Aula contou com a participação de profissionais da comunicação dos ,municípios da área de atuação da AngloGold Ashanti e de sua comunicação interna. Foto/Divulgação

Participei, nesta quinta-feira (5), de uma excelente aula de jornalismo contemporâneo, ministrada pela competente jornalista Carol Braga, no Centro de Educação Ambiental da AngloGold Ashanti, em Nova Lima.
Veterano do jornalismo impresso, já atravessei várias transformações da profissão: da era do chumbo ao off-set; do papel à tecnologia digital; da internet às redes sociais e, agora, à inteligência artificial.
Confesso que estou pensando em fechar meu ciclo por aqui. Ainda estou no bê-á-bá dessa última etapa. Sou praticamente um semianalfabeto na utilização das ferramentas audiovisuais.
Mas confesso que me encantei com o universo Mobile, seus drones e tantos outros dispositivos móveis que ampliam as possibilidades de produzir e transmitir informação.
Vejo a inteligência artificial como uma espécie de PF — prato feito — da era moderna das redações. A informação chega na velocidade da luz, muitas vezes organizada, pasteurizada e aparentemente pronta para ser utilizada.
Há, porém, um detalhe fundamental: é preciso saber manipular esse conteúdo, conferir sua veracidade e, sobretudo, ter discernimento para transformá-lo em informação de qualidade.
A tecnologia pode facilitar o trabalho, mas não substitui o olhar crítico, a experiência e a responsabilidade de quem faz jornalismo.
Participaram da aula profissionais de comunicação de Nova Lima, Sabará, Caeté e outros municípios da região de atuação da AngloGold Ashanti, patrocinadora do evento.
Carol Braga é doutorada em Comunicação e Sociabilidade pela Universidad Autônoma de Barcelona, em convênio com a UFMG, e idealizadora do Culturadoria, plataforma dedicada ao jornalismo e à divulgação da cultural.
 

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