NOVA LIMA CHEGA AOS 123 DE EMANCIPAÇÃO E 323 DE HISTÓRIA VIVENDO O SEU MELHOR MOMENTO POLÍTICO

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Nova Lima comemorou ontem (5/2), 123 anos de emancipação política e 323 de história em um momento épico de sua vida pública: o município vem batendo recordes de arrecadação com um progressivo excesso de receita, devendo fechar este ano na casa de R$ 1,3 bilhões – sendo R$ 13 bilhões a serem destinados ao programa de erradicação da pobreza, 1/4 do orçamento para a educação e a mesma fração para investimentos na saúde. Um percentual acima do exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 25% para a educação e 15% na saúde.

Com 111 mil habitantes, a prefeitura acumulou nos últimos três anos de mandato do prefeito João Marcelo Dieguez (Cidadania) mais de R$ 500 milhões acima da receita prevista. A expectativa é de que toda essa fortuna seja aplicada em programas sociais, econômicos, de infraestrutura urbana e nas políticas públicas, visando o desenvolvimento sustentável e maior acessibilidade da população aos serviços essenciais. O prefeito deve ter hoje em torno de 80% de aprovação do seu governo, já praticamente com a renovação do mandato garantida em outubro.

No Poder Legislativo não é diferente. O presidente Thiago Almeida acabou com a verba indenizatória (chegou a ser de R$ 10 mil/mês por gabinete), reestruturou a parte administrativa, com a redução de altos salário dos comissionados e valorização do quadro efetivo, e, de quebra, aumentou em 1/3 o número de assentos para a próxima legislatura. Passou de 10 para 15 vereadores, proporcionando maior representatividade e pluralidade nos debates, tornando a Casa mais democrática e justiça na proporção vereador/população e comissionados/concursados.

Um trabalho que começou com o primeiro presidente deste mandato, Anísio Clemente Filho, Anisinho, que, a exemplo de Thiago Almeida, buscou no diálogo a harmonização do plenário que começou os seus trabalhos numa verdadeira guerra pela direção da Casa. O cabo esticado deu lugar a um ambiente de quase unanimidade em torno do interesse coletivo. Algo extraordinário, em se tratando de um colegiado de apenas 10 vereadores que tomaram posse com cinco de cada lado. Dois blocos dispostos a não cederem.

Houve intervenção da justiça, e o bloco de Anisinho levou a melhor, por justa causa. Ele havia vencido a eleição no primeiro dia de janeiro de 2021. A Mesa Diretora tomou posse em março e daí em diante deu-se início ao trabalho de harmonização e moralização do Poder Legislativo, na busca de uma coalização de forças suficientes para o cumprimento das prerrogativas dos vereadores, sem prejuízo dos trabalhos legislativo. Hoje Câmara e Prefeitura caminham juntas para uma Nova Lima melhor.

Em 18 anos que estou na cidade, cobrindo sistematicamente a sua vida pública, essa é a primeira vez que participo deste aniversário batendo palmas para a aniversariante e para os seus poderes políticos. Que tenhamos, em outubro, uma eleição à altura deste acontecimento de hoje. Exaltando os eventuais arrufos, deixou aqui a frase
Exaltando eventuais – e salutares – arrufos, deixo o meu recado para outubro:

SE NÃO TEM A SOLUÇÃO, NÃO VENHA COM O PROBLEMA

*Veja a festa
https://www.facebook.com/reel/301836456227493

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